Sentia como que tivesse fugido de dentro do eu-mesma
Assim que nem que tivesse perdido dentro do si-mesma
Como que procurasse portas
e paredes encontrasse
Como que possuísse uma imensidão de vazio
uma cheiura de solidão
e sentia, contradições.
Uma vontade de partir
com certeza que quando acontecesse
ficaria
E desse jeito foi, é e, será!? HUMANO!!
Cristiano Dourado,24 é poeta de meia tigela, meia não, um quarto de tijela no máximo.
Friday, January 12, 2007
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