Monday, January 22, 2007

Dilmar, o poeta

Quando pergunto por Dali
ja vou de coração cético dicerto por sermos estranhos
parecidos
nada aconteça
quando vou a Alice
como vou?
vou ao orelhão
cartão não tem emoção
é extroção
não a digo
meus planos pra Nice
é que não ha plano
tudo de maneira natural,que acaba
e Graça, nada.
Nem sei,implicância
qu,eça moça
ela tem medo
querer outra coisa
mas dome
dorme
e quepizin,uniforme
sorriso
cabelo crespo
cor sol
detardezinha
Africa

bem minha
nu retrato
depois da igreja
atenção
tenção
de fazer companhia
pros parente me veja telofone na sacola
preceito não ser achada agora
um dia liguei
mais que no outro dia
foi nada
se só vibrar
sem musiquinha
todo mundo distrai
depois tarde demais
se mestiço
é por dentro
fora é cor só
ganha nada com isso
as vezes mestiço
pra quem nada dividiu
traqüilo as coisas
nos issos
da história,
agora
é só pra embaçar
os lados escuro
eu te amo
eu juro?
tô no muro?
somos muitos paises.
Paises foi arbitrário,
nações demais,
não atende.
O problema
da Somália
mais a Etiópia
é respeitar
o estado
de Amália.
Morar
pra namorar
a moça do país
que o povo
mora mais na roça
largo tudo
e da nada
se qualquer coisa
agente administra saudade
de qualquer dô.
Eu irado
nem disse
cá comigo
porque não fui
no ouvido de Irene
minha voz treme
mas,mesmo assim
de qualquer geito
de rasta
que tu é bonita.

Dildu é poeta de verdade

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